-Tem um Drummond no meio do caminho
Já andei muito de luto e preto
Das dores fiz um soneto
Da morte já fui conhecido e parceiro
Achei que ia morrer só e solteiro
A culpa deixava minhas costas pesadas
Fantasmas apareciam com caras assustadas
Eu sempre precisava ser o melhor
O caminho da dor eu sabia de cor
Agora não quero carregar cruz
Eliminar da ferida o pus
Poder caminhar sem dever nada ao mundo.
Acabar com a angústia lá no fundo
Ter a alegria das coisas simples da vida
Deixar que a destruição seja minha sina
Ser leve
Ser leve
Ser leve Ser
leve Ser leve
Ser leve Ser leve Ser leve
Ser leve como a neve
-Leia outras poesias
Frico despistou a síndrome do pânico e o stress acreditando no poder terapêutico da cerveja gelada, mantra de sua namorada
Mostrando postagens com marcador Leve ser me leve. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Leve ser me leve. Mostrar todas as postagens
domingo, 26 de julho de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)