Estou sumido desse blog aqui porque meu trabalho no Guia do Estudante tem me ocupado muito e meus outros projetos de blogs tem me entretido muito.
Estou lendo "Zen e A Arte da Manutenção de Motocicletas", de Robert M. Pirsig, achei que era tipo "On The Road", mas não é. É um "Mundo de Sofia" mais maduro e hippie. É uma viagem pessoal que funde racionalidade, filosofia e orietalismos.
Hoje a Bárbara saiu com a Capricho e eu fiquei em casa, entre outras coisas, lendo. E ouvindo o vini*l do "A Love Supreme" do John Coltrane, que é também uma fusão da arte + o lado técnico de um músico de jazz do quilate de Coltrane + influências orientais. Achei que tinha a ver com a leitura e a mistura me inspirou tanto que resolvi escrever aqui essas linhas.
Eu também estou nessa mistura de técnica(no meu caso, procurando ler muito e entender melhor como escrever) + orientalismo(a filosofia e prática da Yoga) e a um pinguinho de arte. E a vontade de por o pé na estrada está forte. Quem sabe a busca não tenha que ser só intelectual e espiritual, mas também física. Andar e pensar faz bem. Viajar refresca a cabeça, traz ideias novas e nos reconecta com nós mesmos.
Talvez seja a hora de quebrar um pouco a matemática do dia-a-dia. Vou voltar a ler o livro. Se achar alguma resposta aviso. A grande novidade é que depois de muita chuva, parece que o arco- íris estão gritando lá fora.
E eu vou sair e dançar.
*Não querendo pagar de tiozão e nem de cult, mais ouvir "A Love Supreme" em vinil é uma experiência MUITO SUPERIOR a ouvi-lo em MP3
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Um dia triste
Não foi o excesso de trabalho que fez meu dia terminar salgado. Foi uma mensagem de msn, enquanto eu conversava com nosso programador frila ao telefone que me deixou abalado:
"Fred, sabe a Pat? Ela morreu na segunda..."
A Pat era uma menina que eu conheci no Intereunesp, em 2004. A gente conversou lá uns três dias e ficamos num deles. Ela era amiga da Ju Mayan, uma amiga de Bauru. Fazia sociais, mas era tucana. Esquisito, né?
E ela foi a primeira pessoa que eu fiquei, que eu sei que morreu.
Bem estranho. Queria deixar aqui uma homenagem a ela. Só isso.
Boa noite.
"Fred, sabe a Pat? Ela morreu na segunda..."
A Pat era uma menina que eu conheci no Intereunesp, em 2004. A gente conversou lá uns três dias e ficamos num deles. Ela era amiga da Ju Mayan, uma amiga de Bauru. Fazia sociais, mas era tucana. Esquisito, né?
E ela foi a primeira pessoa que eu fiquei, que eu sei que morreu.
Bem estranho. Queria deixar aqui uma homenagem a ela. Só isso.
Boa noite.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Reinaldo Azevedo na Desciclopédia: É engraçado, pelo menos eu acho.
Tudo começou porque fui passar o blog do projeto secreto do Denis Russo(Ex-redator chefe da Superinteressante) para um amigo. Lá estava a notícia de que ele agora tem um blog na Veja. E passando pelo site da Veja é claro que eu não podia deixar de dar uma lidinha no "polêmico" blog do Reinaldo Azevedo.
O mais engraçado é que pesquisando um pouco da história do cara, eu achei esse link da Deciclopéida e comecei a ter ataques de risos sozinho no trabalho.
O lado ruim da piada, é que acho que exageraram em comentários do tipo "ele é chato e gay". Desde quando ser gay é um problema?
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quarta-feira, 4 de março de 2009
Collor derrota PT e se elege presidente da comissão de infraestrutura
Mano, que vergonha:
http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1027336-5601,00-COLLOR+DERROTA+PT+E+SE+ELEGE+PRESIDENTE+DA+COMISSAO+DE+INFRAESTRUTURA.html
Clica aqui pra ler a matéria!
http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1027336-5601,00-COLLOR+DERROTA+PT+E+SE+ELEGE+PRESIDENTE+DA+COMISSAO+DE+INFRAESTRUTURA.html
Clica aqui pra ler a matéria!
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Diário Catarinense
"Querido diário",
Cheguei em Floripa num sábado meio nublado(24/01) depois de 12 horas num ônibus convencional, que me fizeram quase perder o medo de avião. (Medo adquirido depois de uma péssima primeira experiência de viagem, em oito horas rumo aos EUA, com direito a turbulência mega, sensação de queda e meu primo que era, teoricamente, um viajante experiente, acordando desesperado gritando de medo). O taxista era um ex-músico gente fina, com forte sotaque português(na verdade o sotaque dos"manezinhos da ilha" locais), que foi me contando suas histórias de shows e gravações através do longo caminho até o Sambaqui, no norte da cidade. (Observação importante: em Florianópolis tudo é longe e cortado por rodovias, como se fossem várias pequenas cidades com características próprias ligadas por estarem na mesma ilha).
Confesso que minha primeira impressão depois de um trajeto longo o suficiente para dar 40 reais de táxi, foi de que eu estava num vilarejo isolado, sem nenhum dos confortos que um paulista que vive na "capital-londres-brasuca-que-chove-o-dia-todo", desfruta diariamente. Meu lado hipocondríaco neurótico insistia em perguntar: "se eu tiver um ataque cardíaco, onde se encontra o hospital mais próximo, por favor?". Mas essa visão logo foi dissipada quando conheci nossa pousada, simples mais confortável, o "Pouso da Poesia", dirigido por Raul Longo, um jornalista/publicitário aposentado, que herdou do Bukowski o fígado, o rosto e o gosto pelo cigarro(que ele estava tentando largar pela quinta vez). Raul disse que seu passatempo favorito e "contar mentiras para os hóspedes novos". Falsas ou não, suas histórias são saborosas. Quando ficou sabendo que eu e minha namorida, Bárbara dos Anjos, éramos jornlistas da Editora Abril, ele contou que seu pai era conhecido do velho Victor Civita, quando este ainda editava o Pato Donald no fundo do quintal. E que o próprio Raul tinha perdido o cabaço jornalístico na Editora da arvorezinha verde, escrevendo roteiros das histórias do Mickey e Cia, das fotonovelas da Capricho e encerrando sua passagem por lá na célebre revista Realidade.
Depois da conversa e do café da manhã, nossa amiga Anita veio nos buscar para uma volta no bairro, um pólo gastrônomico da ilha, ainda não devastado pelos turistas, lar de boêmios, intelectuais e artistas. O pai da Anita, Celso Martins, é um jornalista respeitado em Floripa, sempre atrás de pautas sobre a cidade e ecologia, fumando um cigarro atrás do outro, e contando histórias de quando a ilha era o porto mais importante do sul do Brasil.
Depois desse primeiro passeio ainda conhecemos a praia da Daniela, nos entupimos de camarão e cerveja no bar Restinga(o dos bonecos de Boi Mamão) e fomos dormir quebrados com a missão de desbravar mais meia dúzia de praias em nossa curta estada em Santa Catarina.
Cheguei em Floripa num sábado meio nublado(24/01) depois de 12 horas num ônibus convencional, que me fizeram quase perder o medo de avião. (Medo adquirido depois de uma péssima primeira experiência de viagem, em oito horas rumo aos EUA, com direito a turbulência mega, sensação de queda e meu primo que era, teoricamente, um viajante experiente, acordando desesperado gritando de medo). O taxista era um ex-músico gente fina, com forte sotaque português(na verdade o sotaque dos"manezinhos da ilha" locais), que foi me contando suas histórias de shows e gravações através do longo caminho até o Sambaqui, no norte da cidade. (Observação importante: em Florianópolis tudo é longe e cortado por rodovias, como se fossem várias pequenas cidades com características próprias ligadas por estarem na mesma ilha).
Confesso que minha primeira impressão depois de um trajeto longo o suficiente para dar 40 reais de táxi, foi de que eu estava num vilarejo isolado, sem nenhum dos confortos que um paulista que vive na "capital-londres-brasuca-que-chove-o-dia-todo", desfruta diariamente. Meu lado hipocondríaco neurótico insistia em perguntar: "se eu tiver um ataque cardíaco, onde se encontra o hospital mais próximo, por favor?". Mas essa visão logo foi dissipada quando conheci nossa pousada, simples mais confortável, o "Pouso da Poesia", dirigido por Raul Longo, um jornalista/publicitário aposentado, que herdou do Bukowski o fígado, o rosto e o gosto pelo cigarro(que ele estava tentando largar pela quinta vez). Raul disse que seu passatempo favorito e "contar mentiras para os hóspedes novos". Falsas ou não, suas histórias são saborosas. Quando ficou sabendo que eu e minha namorida, Bárbara dos Anjos, éramos jornlistas da Editora Abril, ele contou que seu pai era conhecido do velho Victor Civita, quando este ainda editava o Pato Donald no fundo do quintal. E que o próprio Raul tinha perdido o cabaço jornalístico na Editora da arvorezinha verde, escrevendo roteiros das histórias do Mickey e Cia, das fotonovelas da Capricho e encerrando sua passagem por lá na célebre revista Realidade.
Depois da conversa e do café da manhã, nossa amiga Anita veio nos buscar para uma volta no bairro, um pólo gastrônomico da ilha, ainda não devastado pelos turistas, lar de boêmios, intelectuais e artistas. O pai da Anita, Celso Martins, é um jornalista respeitado em Floripa, sempre atrás de pautas sobre a cidade e ecologia, fumando um cigarro atrás do outro, e contando histórias de quando a ilha era o porto mais importante do sul do Brasil.
Depois desse primeiro passeio ainda conhecemos a praia da Daniela, nos entupimos de camarão e cerveja no bar Restinga(o dos bonecos de Boi Mamão) e fomos dormir quebrados com a missão de desbravar mais meia dúzia de praias em nossa curta estada em Santa Catarina.
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domingo, 4 de janeiro de 2009
2 coisas que eu adoro e uma que eu odeio
Eu adoro ficar na praia tostando no sol e vendo o mar
Eu adoro tomar uma cerveja bem gelada no verão
Eu odeio morar em apartamento
Eu adoro tomar uma cerveja bem gelada no verão
Eu odeio morar em apartamento
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Spa em Penápolis
Uhu! A casa dos meus em Penápolis é praticamente um spa de relaxamento VIP com piscina, céu azul, quintal verde, cachorrinho fofo, os melhores filmes do mundo e meu violão.
Só faltou a Bárbara...
É impressionante a diferença do som e da cor de uma cidade de 60.000 habitantes no interior e de São Paulo,a capítal gigante e cinza. Aqui faz calor o tempo inteiro, e depois de uma chuva já vem o sol. E existe um silêncio que você não tem nem no banheiro da sua casa em São Paulo.
O engraçado é que só me descobri uma pessoa do interior quando mudei pra São Paulo. Mesmo em Bauru, que tem uns 300.000 habitantes, eu me considerava um cidadão 100% urbano e não percebia o quanto o canto dos pássaros é terapêutico.
Ainda tem mais um dia de relax em Patópolis, então vou aproveitar.
FUI!
Só faltou a Bárbara...
É impressionante a diferença do som e da cor de uma cidade de 60.000 habitantes no interior e de São Paulo,a capítal gigante e cinza. Aqui faz calor o tempo inteiro, e depois de uma chuva já vem o sol. E existe um silêncio que você não tem nem no banheiro da sua casa em São Paulo.
O engraçado é que só me descobri uma pessoa do interior quando mudei pra São Paulo. Mesmo em Bauru, que tem uns 300.000 habitantes, eu me considerava um cidadão 100% urbano e não percebia o quanto o canto dos pássaros é terapêutico.
Ainda tem mais um dia de relax em Patópolis, então vou aproveitar.
FUI!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
É verão... OLHA A CHUVA!
Verão em São Paulo é uma merda... Como diria o poeta e muso Dinho Ouro-Preto: "Só chove, chove"...
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Vocês também tem um parafuso a menos?
Eu consigo ser muito feliz, o emo mais depressivo, achar que sou louco e to perdendo a noção da realidade e que sou um gênio da humanidade.
Todo em um dia só. Você também é assim?
Todo em um dia só. Você também é assim?
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Um dia na vida da polícia brasileira
No almoço de domingo um policial conta com orgulho: "Chegamos lá em x(e x é um bairro pobre da Zona Leste de São Paulo)e tinha um bando daqueles moleques cheirando benzina(ou cola, ou qualquer outro solvente). Eu perguntei: tá cheirando o quê? E o moleque: to cheirando nada não. Eu disse: Não é nada? Então você vai beber essa porra. Coloquei tudo no copo e obriguei os vagabundos a beberem. O moleque morreu logo depois."
Você, como eu, ficou com vontade de vomitar ou de chorar?
Você, como eu, ficou com vontade de vomitar ou de chorar?
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Como atingir a felicidade
Tomar o remédinho para ansiedade ou continuar com a cerveja gelada?
Eis a questão...
Eis a questão...
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