No xadrez das musas, Marilyn Monroe um dia foi a rainha branca das pin ups(a rainha negra era Bettie Page - mais ousada e mais undeground). A loiraça, capa da primeira Playboy da história, acabou ficando muito maior que esse braço do fetichismo moderno, marcado por mulheres cheias de curvas posando para fotos ingenuamente eróticas. Marilyn se tornou um ícone do cinema, estrelou filmes que figuram as listas dos melhores da história, teve casos com os homens mais influentes, inteligentes e famosos de sua época e morreu tragicamente loira linda e jovem. Se tornou, talvez, o maior ícone da feminilidade(não do feminismo, apesar das controvérsias) do século XX. Sua imagem de vestido branco esvoaçante é um das mais fortes da nossa cultura.
A jovem Marilyn na primeira edição da Playboy
As poses aqui, lembram da Marilyn pré-mito. Do tempo em que ela era um pin up, uma mulher com quem o soldado americano, o jovem adolescente ou o tiozão divorciado poderiam sonhar um dia.
Quem diria hein? Seguindo o exemplo de Bettie Page, Marilyn posa de chicotinho na mão
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Nua e cheia de curvas




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